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Abadiânia é um município brasileiro do estado de Goiás. Sua população estimada em 2007 era de 12.640 habitantes.
TurismoA cidade de Abadiânia hoje possui alguns pontos turísticos como o lago da AHE Corumbá IV que serve tanto para geração de energia elétrica, captação de água e lazer entre outros. GeografiaO Rio Corumbá nasce no quintal da fazenda de Emídeo e de Cnceição... Todos de Patos de Minas Gostam de lá... Abadiânia localiza-se no Estado de Goiás a 15º a 17º latitude sul e 49º oeste-Gr, numa altitude média de 1.000 metros. O município ocupa atualmente uma área de 1.049 km², limitando-se ao norte com Corumbá de Goiás e Alexânia, a leste com Alexânia, ao sul com Silvânia e a oeste com Anápolis e Pirenópolis. È precária a infra estrutura existente no município, o que explica o vínculo de dependência mantido com outros centros mais desenvolvidos, mais acentuadamente com Anápolis e Goiânia. A proximidade de Abadiânia com estes grandes centros é considerado por alguns como "fator de entrave ao desenvolvimento", por que cria elevado grau de dependência ao mesmo tempo que passa a beneficiar o núcleo de maior poder de atração. No entanto, mesmo sem dispor de equipamentos urbanos necessários ao atendimento da população, a sede do município tem-se expandido aleatoriamente dando o surgimento de lotes residenciais em diferentes zonas da periferia da cidade. MorfologiaA área do município apresenta uma topografia relativamente uniforme, com cotas altimétricas que variam entre 800 a 1.000 m, aproximadamente. Corresponde a uma área de chapada, onde as superfícies mais altas apresentam-se aplainadas, ocorrendo no extremo norte a sudoeste parte central da área. Os vales apresentam-se pouco encaixados, podendo-se destacar dentre eles o vale do rio Capivari que é o mais extenso deles e possui a direção oeste-leste. Quanto a constituição geológica predominam terrenos do Pré-Cambiano (mais antigo), que apresentam diferenciações quando a idade e combinação de tipo de rocha. Em função do tipo de rocha tem-se área mais erodidas, como é o caso do extremo leste, onde há concorrência de felito (rocha de alteração mais acelerada). Em forma de mancha, bem ao centro da área ocorre o Terciário que já constituem terrenos mais recentes. Os Latossolos ocorrem no sudeste e sudoeste do município, às margens da BRs. 414 a 060, nos limites com Anápolis e nas proximidades do rio Capivari, como no perímetro urbano da sede municipal ocorrem os latossolos do tipo vermelho-amarelo e na área limítrofe com Silvânia ocorrem os vermelhos-escuros. Os Cambissolos ocorrem em toda a área restante, nos trechos onde a topografia apresenta declínios mais acentuados. VegetaçãoO cerrado constitui a vegetação predominante em toda a extensão do município. Apresenta-se com sua fisionomia típica onde observa-se os três extratos: arbóreo, herbáceo e arbustivo. Ocupando áreas mais encontram-se ainda na área as matas, geralmente ao logo dos outros d'água e o campo sujo e limpo em forma de mancha. Devolução da População: Com base no Censo Demográfico de 1970 e resultados preliminares da contagem de domicílios para o Censo Demográfico de 198, da fundação IBGE, estimou-se a população do município para o período de 1971-1979. Como os demais municípios da periferia do Distrito Federal, Abadiânia sofreu influencia na composição, com a implantação de Brasília. A população do município que era de 5.931 habitantes, passou para 8.436, no ano de 1960. O crescimento apresentado foi de aproximadamente 42,2% no período (1950-1960) ou seja 3,61 ao ano. A população rural que, em 1950 representava 91,2% da população total passou a representar 91,6% em 1.960 e em conseqüência, a população urbana aumentou sua participação na composição da população urbana aumentou sua participação na composição da população total, do município (em 1.950 participava com 8,8%, passando para 9,07% em 1960). Tal comportamento pelo ser refletido ou seja reflexo do fluxo migrativo rural/urbano verificando em todo Brasil em igual período (1.950/1960). A partir de 1970, as estimativas apontam um crescimento populacional, taxas médias de 5,9% ao ano, O crescimento populacional urbano processou elevadas taxas de 7,3% ao ano e o rural ocorreu a taxa anual inferior à urbana 5,5%. A drenagem encontra-se dispersa em fase de entrosamento, denotando uma fase natural no processo de esculturação de paisagem. ClimaPredomina na região o clima tropical de savana do tipo AW conforme classificação de Koppen, com chuvas concentradas no verão (outubro-abril) e a estação seca no inverno (maio-setembro). No período chuvoso as máximas de precipitação ocorrem em dezembro e as mínimas em abril, estando o total anual em torno de 1800 mm. Neste período os meses de setembro e outubro são considerados os mais quentes, com medias entre 25º a 23°C. No inverno as mínimas de temperaturas ocorrem nos meses de junho e julho com médias a 18°C. HidrografiaToda parte de drenagem do município faz parte da bacia do rio Paranaíba, principal formador da bacia do Paraná. Dentre os cursos d'água pode-se destacar o rio das Antes, o rio Capivari e o rio Corumbá. Todos possuem a direção oeste/leste. O rio das Antas nasce a sudeste de Anápolis, tornando-se limite natural entre os municípios e Abadiânia e Silvânia, indo desaguar no rio Corumbá pela sua margem direita. O rio Capivari, tem sua cabeceira a oeste do município de Abadiânia, constituindo no seu curso superior limite natural entre o município de Abadiânia e Pirenópolis, indo desaguar no rio Corumbá. O rio Corumbá nasce do município de Corumbá de Goiás e constitui limite entre os municípios de Abadiânia e Alexânia. SolosOs tipos de solos que ocorrem no município estão incluídos nos grupos dos Latossolos e Cambissolos. Os Latossolos são solos pouco susceptíveis à erosão, minerais muito profundos apresentando horizonte A, B, C, textura argilosa e extremamente ácidos. Para aproveitamento agrícola, requerem correção. Os Cambissolos são solos pouco desenvolvidos, rasos, com presença de minerais primários. Textura argilosa ou média e sujeita à erosão. Não favoráveis ao aproveitamento agrícola. HistóriaEm meados do século XIX, teve início o povoamento do município, por pioneiros oriundos de Corumbá de Goiás e Minas Gerais, que atraídos pelas terras férteis da margens do rio Capivari e córrego Caruru ali se instalaram, dedicando-se às atividades agrícolas e pastoril. Deve-se a D. Emerenciana a realização anual de "rezas", iniciadas em 1874, e que a princípio eram "tiradas" em uma capelinha de palha, atraindo para o local grandes romarias, a 15 de agosto dia de Nossa Senhora D'Abadia. Atribui-se também a ela, a construção da primeira moradia no povoado. Dada ainda a sua grande influencia, em 17 de agosto de 1895 após a realização da romaria, foi o terreno da povoação doado ao patrimônio de Nossa Senhora D'Abadia, pelos srs. João José de Maia, Manoel Gomes Ferreira e Joaquim de Sousa Cordeiro, em presença do Padre Francisco Xavier da Silva, Pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Penha de Corumbá de Goiás. Decorrente dessa doação de terras e da sua posse por parte dos primeiros moradores, passou o povoado a denominar-se Posse D'Abadia. Em 31 de dezembro de 1943, o então povoado de Posse foi elevado a categoria de distrito, já com a denominação de Abadiânia, pela exposição de motivos do Decreto-Lei Estadual nº 8.305, sendo estabelecido oficialmente a 2 de janeiro de 1944. Elevado a categoria de município em 20 de outubro de 1953, pelo Decreto-Lei Estadual nº 934. Pela sua localização inicial num sítio que não propiciava condições para sua extensão urbana, dificultando-lhe o acesso às rodovias que ligavam o município aos grandes centros, em agosto de 1960 pelas Leis Municipais nºs 11 e 13, ficou decidido que seriam desapropriados 25 alqueires de terra às margens da rodovia Anápolis-Brasília transferindo-se a nova sede para o outro centro geográfico do município. Em 12 de setembro de 1963 pela Lei Municipal nº 67, a então sede do município fios e categoria de distrito com a denominação anterior de Posse D'Abadia, e a 15 do referido mês é criada a nova sede. Distando da antiga sede 18 km, a instalação de Abadiânia se fez a partir das margens da BR 060, contando atualmente com o povoamento de Planalmira e Três Veredas. Fonte: E-Abadiânia IBGE Referências
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