Escudo português

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Se procura o escudo de armas português, consulte Brasão de Armas de Portugal.

Escudo português


Dados
Código ISO 4217 PTE (obsoleto)
Usado Portugal Portugal
Inflação
Sub-Unidade
1/100

Centavo
Símbolo \mathrm{S}\!\!\!\Vert ou $ quando o outro não está disponível
Plural Escudos
Moedas 1, 2, 5, 10, 20 e 50 centavos (não emitidas)
; 1, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 Escudos
Notas 500, 1000, 2000, 5000 e 10000 Escudos
Banco Banco de Portugal
www.bportugal.pt
Fabricante Imprensa Nacional Casa da Moeda
www.incm.pt

O Escudo português, cujo símbolo é o cifrão ($) foi a última moeda de Portugal antes do Euro. O escudo deu origem a outras variações de Escudo nas dependências africanas.

O código do escudo segundo a norma ISO 4217 é "PTE".

A designação provém da própria figuração nelas representada: um escudo. Eram de ouro baixo, 18 quilates e valiam 50 marcos.

O escudo português foi substituído pelo euro no início de 2002. A taxa de conversão entre escudos e euros foi estabelecida em 31 de Dezembro de 1998, tendo o valor de 1 euro sido fixado em 200,482 escudos.

Índice

História

No reinado de D. Duarte apareceu o meio-escudo de ouro, do qual nem o desenho se conhece. No reinado de D. João V cunharam-se também as dobras, múltiplos do escudo. Também nos reinados de D. José I, D. Maria I e D. João VI se cunharam escudos.

O decreto de 22-5-1911 reformou profundamente, sob o ponto de vista técnico, o sistema monetário que vigorava em Portugal, alterando a denominação de todas as moedas, o material, o peso, e as dimensões das moedas de bronze e substituiu, pelo escudo de ouro, o real. Dividido em 100 partes iguais, denominadas centavos, o escudo correspondia, quer no valor, quer no peso de ouro fino, à moeda de 1 000 réis. Como múltiplos, criaram-se moedas de ouro, que nunca se cunharam, de 2, 5 e 10 escudos e, como submúltiplos, moedas do valor legal de 10, 20 e 50 centavos e moedas subsidiárias de bronze-níquel de valor legal de 4, 2, 1 e ½ centavos, as quais, com excepção desta última, vieram todas a ser cunhadas.

Depois de 1914, por virtude da crise provocada pela Primeira Guerra Mundial, o escudo-papel (nota) experimentou uma descida vertiginosa de valor, atingindo a sua menor correspondência em ouro, em Julho de 1924. Desde o segundo semestre de 1926 até Abril de 1928, o escudo sofre nova desvalorização, em consequência de dois aumentos de circulação, do agravamento da dívida flutuante interna e externa e do quase esgotamento das reservas de ouro que o Tesouro Nacional possuía em Londres.

Pelo decreto nº 19.869, de 9-6-1931, lançaram-se as bases dum novo sistema monetário, para manter a estabilização do valor desta moeda, continuando a ser o escudo de ouro a unidade monetária, mas com um peso inferior, servindo apenas como moeda-padrão.

Moedas

As moedas em circulação antes da mudança para o euro eram as que têm as seguintes denominações:

1 escudo (1987)
5 escudos (1987)
10 escudos (1987)
20 escudos (1987)
50 escudos (1987)
100 escudos (1998)
200 escudos (1991)
  • 1 escudo
  • 5 escudos
  • 10 escudos
  • 20 escudos
  • 50 escudos
  • 100 escudos
  • 200 escudos

Notas

Última série

A última serie de cédulas portuguesas foi emitida em XXXX e permaneceu en vigéncia até a entrada do euro. As cinco cédulas estão dedicados a importantes navegadores da época dos descobrimentos portugueses. As cédulas em circulação eram os das denominações que a continuação se detalham:

  • 500 escudos
    • 125 x 68 mm
    • Tonalidade: vermelho e marrom
    • Anverso: João de Barros
    • Reverso: dos navegadores da época e dos navios pequenos.
  • 5000 escudos
    • 146 x 75 mm
    • Tonalidade: verde
    • Anverso: Vasco da Gama
    • Reverso: uma caravela e encontro de personagens da época
  • 10.000 escudos

Veja também

Ligações externas

Commons
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