Ortodoxia

Article on other languages:

del.icio.us del.icio.us
Digg Digg
Furl Furl
Reddit Reddit
Rojo Rojo
Add to OnlyWire
ATENÇÃO: Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências, em desacordo com a política de verificabilidade. Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé.

Chama-se Igreja Ortodoxa o grupo de igrejas orientais que aceitam somente os primeiros sete Concílios Ecumênicos.

No século III Constantino I, primeiro Imperador de Roma a aceitar o cristianismo como religião oficial do império romano, reuniu no ano 325 na cidade de Niceia o primeiro concílio ecuménico, que ficou conhecido como Primeiro Concílio de Niceia, onde se definiu a Divindade de Jesus Cristo.

A Igreja Cristã era dividida em cinco patriarcados tradicionais, apostólicos:

Ainda foram feitos mais seis concilios antes do cisma ente as Igrejas Ortodoxas e a Igreja Católica.

São eles:

Índice

O Cisma

A Igreja, espalhada no conjunto da bacia mediterrânica e organizada em redor dos seus cinco patriarcados (Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém), soube guardar no princípio a sua unidade global, (seguramente, largos seguidores da parte oriental da Igreja desligaram-se dela após o Concílio de Calcedónia - as Igrejas da Arménia, da Etiópia, do Egipto). Esta unidade tornar-se mais aleatória depois da queda do Império romano do Ocidente.

As divergências culturais, o uso do latim no Ocidente e do grego no Oriente bem depressa cederam o passo às divergências de ordem político-religiosa que resultaram da separação do mundo mediterrânico em entidades políticas distintas.

A instabilidade merovíngia no Ocidente que, por muitas vezes, fez do Papa o único elemento estável, reforça a autoridade jurídica do primaz romano, o qual anteriormente desfrutava apenas de uma primazia de honrra.


Doutrina

A Igreja Ortodoxa crê na Trindade, na natureza humana e divina de Jesus Cristo, que veio para perfecionar o ser humano. "Deus tornou-se homem, para que o homem torne-se Deus". Pecado não é visto como violar uma lista de regras, mas o estado não atingir o objetivo de aproximação de Deus, assim não crê que o pecado original transmitiu a culpa de Adão para seus descendentes, mas somente as consequências. A salvação é vista como um processo, como uma cura.

Maria nasceu sob a égide do pecado original (conforme a concepção ortodoxa e não a ocidental), mas viveu uma vida santa. Ela é considerada a Theotokos, aquela que portou Deus em si, rejeitando a tradução latina de "Mater Dei" preferindo "Deipara" ou "Dei genetrix" que são mais acurados.

A divina liturgia é solene e bela, possui um papel importante. Segue os ritos bizantino, antioqueno, alexandrino e o antigo rito de Jerusalém em algumas ocasiões especiais.

A Igreja Ortodoxa é governada tendo Jesus Cristo como o supremo primaz, que atua através do Espírito Santo através do conceito de "sobornost" - consenso.

O uso do termo "católica"

Muitas Igrejas Ortodoxas adotam o título de Católica como parte de seus nomes. Esse uso não indica alinhamento com a Igreja Católica Apostólica Romana sediada no Vaticano, sendo uma referência ao sentido original da palavra, que significa Universal.


Ver também


  Este artigo é um esboço sobre Religião. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

This article is from Wikipedia. All text is available under the terms of the GNU Free Documentation License.